O aborto é um direito #apply194

L’ho già detto. Ma voglio ripeterlo.  Per la giornata internazionale della donna ho partecipato a un flash mob organizzato dalla Rete 8 marzo di Lisbona.

O aborto é um direito. Questo il nome del flash mob.

Ancora a distanza di mesi  rileggo il volantino. E più lo rileggo, più quelle parole le sento vicine. Vicine a me. Vicine a quelle di tante donne.

Proprio in questi giorni in Italia si sta parlando e scrivendo di aborto.

Quello che ora si chiede è che la Legge 194/78 venga applicata. E lo si chiede dopo che la Corte costituzionale ha dichiarato «manifestamente inammissibile» la richiesta del giudice tutelare di Spoleto aveva richiesto la legittimità costituzionale dell’articolo 4 della legge n. 194.

Inammissibile. Mi piace! Perchè, oltre al parere giuridico, la parola inammissibile racchiude  lo sdegno che in tant@ abbiamo provato all’ennesimo attacco alla 194.

Questa battaglia è stata vinta, ma ora deve essere inammissibile per tutt@ anche il fatto che il 71% dei ginecologi in Italia obietti!

Quindi non resta che dire #apply194 perchè o aborto é um direito!

Qui il testo integrale del volantino del Flash Mob.

Passam já 5 anos desde que, no referendo de dia 11 de Fevereiro, o «Sim» ganhou e se despenalizou a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG). Mas ainda há hospitais que se negam a realizar a IVG, como o Fernanda Fonseca (Amadora-Sintra), São Francisco Xavier, Évora, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Torres Vedras.
Ainda há entraves burocráticos nos centros de saúde, por exemplo, no encaminhamento para as consultas prévias. Durante este processo, por vezes, o pequeno prazo estipulado de 10 semanas é ultrapassado e a mulher vê negado o seu direito à IVG e é arredada para o espaço da punição e da clandestinidade.
Os direitos não podem ter prazos de validade e nós não queremos continuar a ser cidadãs de segunda, vendo as nossas vidas decididas pelo Estado ou por qualquer cardeal.
Os governantes insistem na ideia de que a melhor forma de evitar e prevenir o aborto é proibir ou encarecer, e, por isso, o Governo prepara-se para taxar o aborto, aumentando brutalmente as taxas moderadoras, em particular a aplicável para o caso de repetição. A isto respondemos: a prevenção faz-se através do planeamento familiar gratuito e universal e de uma educação sexual alargada à sociedade.
A crise não pode ser uma desculpa para taxar direitos nem para os retirar.
Não podemos deixar em mãos alheias o destino que queremos dar ao nosso corpo e à nossa vida. A lei do aborto tem de ser uma lei que nos sirva, a nós mulheres, e não uma que sirva apenas os interesses económicos, impondo modelos éticos, de família, de maternidade.
Por isso, no dia 8 de Março, afirmamos a nossa posição e dizemos: «O aborto é um direito.»
Traz um papel/cartaz com esta frase e aparece às 18:30h para participar num Flash Mob, em frente à residência oficial do 1º Ministro.
Rede 8 de Março

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